quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Rituais Macabros Da Asia (^^)

Durante dois anos, o jornalista Rainer Fromm pesquisou quase 20 casos de crimes com sinais de rituais macabros, em que as vítimas teriam sido violentadas, assassinadas e/ou devoradas. Em dezembro, a descoberta pela Polícia, quase por acaso, do ato de canibalismo do especialista em computadores Armin M., 41 anos, em Rotenburg do Fulda, chocou a Alemanha. Para Fromm, indicou estar numa pista quente.
Armin M. confessou ter matado e comido um engenheiroArmin M. confessou ter matado e comido um engenheiroApós a exibição na noite de quarta-feira de sua reportagem na emissora pública ZDF, não se pode mais ignorar o fenômeno e acreditar que Armin é um caso isolado. "Notícias assim têm de ser levadas a sério", reagiu a ministra da Justiça, Brigitte Zypries, que vê a internet como meio relativamente fértil para crimes do tipo. Para o procurador Horst Roos, do Ministério Público de Trier, desde o episódio de Rotenburg, não pode mais haver tabu nesta questão.
Fromm levou às telinhas os depoimentos de três testemunhas. Duas mulheres e uma menina relatam assassinatos cruéis em rituais de magia negra. A menina conta, numa sessão de psicoterapia, ter visto matarem uma criança e comerem pedaços dela "até os ossos". Uma vítima narra ter presenciado pessoas ainda vivas, sob gritos insuportáveis, terem seus dedos cortados e depois seus corpos trinchados.

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,758549,00.html (( AQUI TEM MAIS ))

Poor: Kellen Costa

Quais são as diferenças entre os vários tipos de uva?

       Tipos de Uva na Asia.................................

Cada uma das mais de 60 mil variedades conhecidas possui características únicas de cor, sabor, aroma e tamanho. Tudo indica que os primeiros ancestrais das atuais videiras tenham surgido há milhões de anos na Groenlândia. De lá, elas chegaram à América, Ásia e Europa, onde surgiram os dois principais grupos da fruta. O primeiro reúne os tipos da espécie Vitis vinifera, que apareceu primeiro no continente asiático, mas depois se espalhou pela Europa. "São as variedades de maior qualidade, geralmente usadas para a fabricação de vinhos nobres. Alguns exemplos são as famosas uvas francesas merlot, cabernet e chardonnay. Apenas 20% dos tipos pertencem a esse grupo", diz o engenheiro agrônomo Fernando Picarelli Martins, consultor da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Campinas (SP). O segundo grupo engloba as videiras americanas, principalmente da espécie Vitis labrusca.

Consideradas menos requintadas, variedades como a uva niagara servem apenas para vinhos baratos, mas são muito populares na alimentação ou no preparo de geléias e sucos, além de possuírem maior resistência às variações de clima e doenças. No Brasil, as primeiras uvas chegaram com a expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza, em 1532, mas o cultivo só cresceu no século 19, com a imigração italiana para os estados da região Sul, que hoje concentram 90% da área cultivada com a fruta no país. Por aqui, o sucesso da uva vem acompanhado de um costume: antes de apreciar o sabor, muita gente costuma desprezar a casca da fruta. Mas os especialistas garantem que comer essa embalagem natural não faz mal. "Não há registro de contaminação por agrotóxicos, porque o produtor respeita um período pré-determinado entre a aplicação do produto e a venda. De qualquer forma, é só lavar bem a uva antes de comer", diz Fernando.

Com essa simples precaução, vale a pena aproveitar os benefícios nutritivos da casca. "Estudos recentes indicam que ela ajuda na proteção imunológica e reduz a formação de radicais livres, moléculas que podem estar ligadas ao aparecimento de câncer no corpo", afirma a nutricionista Anita Sachs, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: Fernando Picarelli Martins, consultor da Embrapa Transferência de Tecnologia - EscritÓrio de Negócios de Campinas, SP, e bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Dados da produção brasileira: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), 1999

POOR: Kellen Costa




Tipos de Insetos na Asia

Metamorfose incompleta

Aqueles insetos que nos estágios imaturos têm formas semelhantes aos adultos (com exceção das asas) são chamados de Hemimetábolos, significando que eles sofrem uma mudança parcial ou simplesmente incompleta (hemi = parcial). Durante a fase em que tais insetos estsão imaturos, recebem o nome de ninfas. São representantes deste tipo de matmorfose: os Himípteros, os Blatódeos, as Odonatas, etc. [10]
POOR: Kellen Costa

Tipos de Insetos na Asia

Metamorfose

A metamorfose nos insetos é um processo biológico de desenvolvimento pela qual as espécies crescem e mudam de forma. Existem duas formas básicas de metamorfose: a metamorfose completa e a metamorfose incompleta. [10]

[editar] Metamorfose completa

A maioria dos insetos grandes têm um ciclo de vida típico que se inicia num ovo, que origina uma larva que se alimenta, ocasionando ecdises (ou trocas de pele) onde cresce, transformando-se em pupa (ou casulo) e em seguida, surge como um inseto adulto que se parece muito diferente da larva original. Esses insetos são freqüentemente chamados de Holometábolos, o que significa que passam por uma completa (holo = total) mudança (metábolos = mudança). Estes incluem os Himenópteros, os Coleópteros, os Dípteros, etc. [10]

Poor: Kellen Costa

Tipos de Insetos na Asia

Reprodução

Um casal de moscas (Dípteros) realizando a sua cópula em pleno voo.
A grande maioria dos insetos nascem a partir de ovos depositados por sua genitora em locais propícios ao seu desenvolvimento (como em plantas) — o que os classifica como sendo ovíparos. [5] Entretanto, existem casos em que certas espécies de insetos (como a barata Blatella germanica) nascem imediatamente após a postura dos ovos, o que classifica a tais como sendo ovovivíparos. [6] Também existem algumas espécies que são consideradas vivíparas, como é frequente nos pulgões, onde os insetos recém-nascidos saem dos ovos ainda dentro do corpo da mãe. [7] Em certas espécies de vespas parasitas, identifica-se o fenômeno da poliembrionia, onde um único óvulo fertilizado se divide em muitos, em alguns casos, até mesmo milhares de embriões distintos. [8]
Outras variações de reprodução e desenvolvimento nos insetos podem ser: haplodiploidia, polimorfismo, pedomorfose, dimorfismo sexual, partenogênese e, mais raramente hermafroditismo. Em haplodiploidia, que é um tipo de determinação do sexo num sistema, o sexo da prole é determinado pelo número de conjuntos de cromossomos que um indivíduo recebe. Este sistema peculiar é típico nos Himenópteros (abelhas, formigas e vespas). [9]

POOR: Kellen Costa

Tipos de Insetos na Asia

Anatomia Interna

Os insectos são protostômios, triblásticos e celomados. Têm um sistema digestivo completo, consistindo num tubo que vai da boca ao ânus. O sistema excretor consiste em túbulos de Malpighi para a remoção dos dejetos nitrogenados e no intestino posterior para a osmorregulação: através do intestino posterior, os insectos são capazes de reabsorver água com os Íons K+ e Na+ e, por isso, eles normalmente não excretam água com as fezes, permitindo-lhes conservá-la e, assim, sobreviver em ambientes áridos.
As traquéias têm aberturas na cutícula chamadas espiráculos, por onde são feitas as trocas gasosas. O sistema circulatório dos insectos, como nos restantes artrópodes, é aberto: o coração bombeia a hemolinfa através de artérias para espaços que rodeiam os órgãos; quando o coração se descontrai, a hemolinfa volta para dentro deste órgão.
O complexo sistema nervoso é constituído por vários pares de gânglios ligados, fundidos, que se unem na região da cabeça e que formam uma massa cerebral. Esta massa se une a uma longa rede nervosa de gânglios ventrais que vai até a extremidade do abdome.

POoR: Kellen Costa

Tipos de Insetos na Asia

Plano corporal

Os insectos atuais são geralmente pequenos e têm o corpo segmentado, protegido por um exosqueleto rígido de um material conhecido como quitina. Podem ser caracterizados como animais de simetria bilateral. O corpo é dividido em três partes distintas ou tagmas, que são interligadas entre sí: cabeça, tórax e abdómen. Na cabeça encontram-se um par de antenas sensoriais, um par de olhos compostos, dois ou três olhos simples ou ocelos e as peças bucais: um par de mandíbulas, um par de maxilas e a hipofaringe. Outras estruturas que fazem parte do aparelho bucal dos insetos são o lábio, o labro, um par de palpos labiais, um par de palpos maxilares e o clípeo. Essas peças são modificadas em cada grupo para atender aos diferentes hábitos alimentares, formando diversos tipos de aparelhos bucais (sugador, mastigador, triturador e lambedor).
O tórax dos insetos possui seis segmentadas pernas distribuídas por três pares: um para o protórax, outro para o mesotórax e o último par para o metatórax — que são os segmentos que compõem o tórax. Em determinadas espécies podemos encontrar também um par de asas no mesotórax e outro par no metatórax. O abdômen é composto por onze segmentos, embora em algumas espécies de insetos esses segmentos possam ser fundidos ou reduzidos de tamanho. O abdômen também contém a maior parte do aparelho digestivo, respiratório, excretor e estruturas internas reprodutivas. Nos machos o segmento genital é o 9°, onde há a abertura genital. As fêmeas de muitos insectos possuem ovipositores, que são extensões dos segmentos genitais adaptados à postura de ovos.

PoOR: Kellen Costa